Destino ou má sorte?

"E ela joga seu feitiço sobre as cabeças e tudo se torna amaldiçoado. Apenas uma coisa pode quebrar a sua maldade, mas disso ninguém sabe."

Eu fico me perguntando o porquê das coisas acontecerem justo comigo. Não é possível que haja uma força maligna que me puxe pra trás. Ultimamente, REGRESSO é a minha palavra de ordem, infelizmente.
Acontece que como todos sabem, eu sou muito ligada a coisas que pra vocês são supérfluas. E isso sempre fez de mim alguém diferente, por admirar no rotineiro algo incomum, um novo ser.
Tá, nesse último parágrafo eu desviei totalmente a atenção, mas voltarei ao que interessa.
Estou navegando por uma péssima maré, e necessito de alguma coisa pra me erguer. Não sei se é má sorte ou se o diabinho anda ao meu lado, mas o fato é que nada dá certo. Tenho pensado em tomar um banho de sal grosso ou coisa assim, e dizem as línguas mais experientes (a língua da minha avó) que isso é mau olhado/carrego/encosto/alma penada.
Seja lá o que for, sei que algumas coisas não estão correndo como o planejado e que eu realmente espero isso se resolva.

Diz um velho ditado que: "Dinheiro não traz felicidade." Eu penso que dinheiro traz felicidade sim, mas o excesso dele é que causa danos.

Ah! E tem mais uma! Se isso que eu tenho realmente é mau olhado, você, meu companheiro que por algum motivo tem inveja de mim, mude seus planos, por que não tenho nada de extraordinário que mude o mundo. Me deixe em paz, e se foda (sinceramente).

Relato sobre a Saudade.

Não sei porque estou me sentindo assim.
Quero dizer, na verdade eu sei, só que não quero admitir!
Passei muito tempo vendo as mesmas pessoas fazendo as mesmas coisas, com as mesmas brigas, e os mesmos motivos de sempre. Isso nunca havia me afetado, mas o problema é que eu não percebia o quanto elas me faziam bem, mesmo que não soubessem. Passávamos os dias conversando besteiras e importâncias que pra nós, eram tudo. E sei que todos ali se gostavam um do outro, e nós logo percebíamos quando alguém era infiel. Eu tinha (eu TENHO) amigos tão bons, que me completavam tanto, que eu nunca achei que sentiria falta deles.
Eu acho que nunca falei pra alguém, mas o meu pensamento era assim: não me importo de ter amigos, se não tiver, fico feliz.
Eu realmente pensava assim. Mas o fato é que nesse momento eu não tenho meus amigos, e isso não anda me fazendo bem. Eu sinto uma falta enorme das minhas companheiras me enchendo o saco, dos meus "irmãos" me zuando por coisas banais, e até de dar conselhos inúteis pros meus amigos.
Sei que isso pode ser passageiro, e espero que seja. E eu prometo pra cada um de vocês (Janis, Riari, Bia, Romário, Monyza, Izabel, Marcos, Luiza, Murilo, Renan, e Talita, principalmente) que eu voltarei pra dar um longo abraço e matar a saudade. É, porque tudo isso que eu estou sentindo é saudade, está claro. E eu não vou negar, de modo algum.
E sabem o que é pior? Ficar olhando pra cada pessoa nova que eu conheço, e tentando achar um velho amigo em cada um. Inclusive, já encontrei uma Riari na Elza (que até tem seus pitis feito ela), um Marcos no Anderson (que são iguais, os dois. a única diferença é que o Marcos é um palito, e o Anderson é um tanto mais alto e mais encorpado) e um Romário no Luiz (que adora um carinho). Mas isso não é nada que substitua os meus "amigos originais".
E vocês devem perceber que eu só apareço por aqui quando não estou muito bem, então é óbvio que tudo isso é verdadeiro. Foi um desabafo mesmo.

Verdades do Leite Condensado.

Há certas situações em que rigidez é a regra. Tem alguém defronte a você, lhe escondendo algo, tentando lhe persuadir com uma reles omissão. Tu sabes que há algo pairando nas entrelinhas, mas precisa de um outro método para arrancar a verdade do sujeito. A única maneira que encontra é "encostá-lo contra a parede" para descobrir o que há por trás de toda aquela cena. É tudo como uma daquelas histórias de mistério em que o policial/delegado/detetive usa de toda a sua artimanha para tirar o máximo do suspeito. E como nessas histórias, a nossa vida também é assim. Ou a verdade vêm à tona espontâneamente, ou você a arranca do mentiroso.
Resuma tudo em uma lata de leite condensado: a lata é o mentiroso e o leite condensado é a mentira. Pegue o mentiroso e violente-o (cozinhe). Se o mentiroso não confessar, torture-o e o abra! Assim, a verdade aparece, e você percebe que tudo se resumia ao Doce de Leite (a verdade escondida). Portanto, quando quiser saber qualquer verdade, cozinhe o seu alvo!