Eu faria exatamente como fiz.

São 00:45 e eu começo a escrever um texto sendo totalmente eu. Hoje, excepcionalmente não incorporei meu alter-ego, e vos falo como sou, essencialmente.

Esse foi um ano nada fácil para este blog, afinal, foram tristes as minhas apenas duas aparições em 2013. Confesso que estava com o bloqueio criativo e não consegui manifestar muita coisa. Vos digo que saíram mais dois ou três rascunhos de texto, mas não passaram de uma linha e eu decidi escondê-los.
Apesar de não me manifestar, vivi. Vivi muita coisa que precisava ser vivida. Apreciei novos sabores e aprendi demais, com o estudo e com as pessoas.
As pessoas que conheci e que talvez pudesse ter conhecido também foram importantes nesse ano.
Descobri minhas fraquezas e franquezas e o quanto podem ser ruins as pessoas.
É pésssimo saber os erros de alguém e infelizmente ter que conviver com isso. Enfim, essas coisas só servem de aprendizado. Confiança? Acabou. Só confio em mim mesma e olhe lá...

Mas bem, já é depois do Natal, o 2013 se finda e eu queria imensamente agradecer aos que realmente leem este blog, ou seja, eu mesma.
Se antes do 31/12 alguém ainda ler este amado QEFV, desejo um ótimo 2014, com muitos amores e dores, porque é assim que a banda toca.
Para o meu 2014, prevejo muitas olheiras já que entro no segundo ano de faculdade e alguns pepinos para resolver. Adoro escrever aqui, mas ser aspirante a contador é difícil demais e o tempo é curto.

Antes de encerrar, quero deixar registrado que há a possibilidade de eu começar um novo blog, porém com uma ideia totalmente diferente. Em 2014, pretendo virar guia turístico-espiritual e sair por aí visitando templos, só como um hobby de domingo. Parece brincadeira, mas não é. A ideia já está fortemente formada, só falta a ação.

Abraços para você, caro leitor.

Relato sobre a Saudade - Parte III

Este relato vem pra fechar uma série que se foi. Não haverão mais destes, ou pelo menos, não sobre as mesmas pessoas. Isso porque as partes I e II remetem ao passado cuja gente já não significa tanto assim. Alguns anos se perderam no tempo e junto com ele se perderam os sentimentos. Não há mais aquele fervor de sentir saudade dos abraços, às vezes só bate a nostalgia. E nada mais.
Talvez eu seja frígida demais, o que creio não ser verdade, pois me sinto cada vez mais compadecida, mas cada um tomou seu caminho, e eu me perdi no meio, sem saber se ficava ou seguia.
Hoje eu resolvi seguir, e só. Remexer as velharias vai só me atormentar.
Já tomei rumos novos e já tenho novas perspectivas. Eu só preciso de novos companheiros, de novos amores, de um novo amor. E então depois que tudo isso tiver acontecido, eu estarei pronta pra dizer: "o que passou, passou".

13

13. Mais que o 7, acho o 13 o número mais cabalístico que existe.
Isso porque 13 é o dia em que eu nasci. 13 é o dia em que meu pai nasceu. Minha mãe nasceu no dia 12, mas eu incluo isso na conta também, já que é só colocar mais um e vira 13.
13 é a sexta-feira mágicka. 13 é o 2013.

2013 que vem pra presentear, depois de um 2012 péssimo, cheio de perturbações.
2012 foi um ano bem complicado, chato, estressante. Digno de esquecimento.

A beleza do 13 começou logo no dia da virada, que foi simples, mas linda, cheia de bons sentimentos e boas vibrações. Logo depois, veio a notícia de que eu finalmente consegui entrar na faculdade. Ainda não é o curso que eu queria, nem a Universidade que eu queria, mas tenho certeza de que vou me dar bem. E o importante é não parar de estudar.

As minhas esperanças são as mais fascinantes para 2013. Sei que faço esse post com um pouco de atraso, afinal já é fevereiro, mas eu realmente havia esquecido disso daqui um pouco. Chegou uma hora que não estava me fazendo bem.

Enfim, sigo, feliz da vida com as novas conquistas e sempre de cabeça erguida.