Há algo diferente em mim. Desde semana passada, eu diria.
Eu venho sentindo algo que não sei explicar. Vem de dentro de mim, muito internamente. E não é sangue, nem catota de nariz.
É uma sensação, boa até.
Mas acontece que com ela, vem também um enorme filme na minha cabeça. Tem muita gente envolvida nisso, e eu ainda não sei o porquê. Eu já devia ter apertado o Ctrl+z pra muitas coisas, e memórias, e noites, e principalmente, pessoas.
Só que nada na vida é fácil, ou não parece ser, por enquanto.
Era um desejo, que já virou ideia fixa. E isso vem me martelando há muito tempo.
Não gosto, e não quero.
Mas sinceramente, a sensação eu não quero apagar.
Quando me parecia um jogo perdido, veio ela, a sensação.
E me fez tão bem, como se fosse aquele banho de cachoeira que lava a alma.
Foi sem querer, eu sei. Mas pareceu algo premeditado por alguém, só pra realmente me fazer sentir isso, de novo.
Sim, porque não foi a primeira vez. Eu já senti isso antes, um tempo atrás. E foi tudo idealizado pelo mesmo criador. E pela mesma voz.
Quando tu diz que ''o tempo vai gravar a tua voz em mim'', isso é uma verdade.
Porque o tempo fez que a tua voz permanecesse, aqui.
E ela ainda está, e continuará aqui, sempre.
Porque não é à toa que eu sinto ARREPIOS quando te escuto, Lucas Silveira.
E é exatamente no ''Quando você voltar, não vá me avisar, não vou estar aqui'', de Impossibilidades, e em ''Eu só quero provar que ao teu lado eu tava errado, eu nunca consegui viver. Mas só eu sei de você'', de Porto Alegre, que tua voz me dá arrepios, e a sensação insana e interestelar de que esse mundo é, por dentro, puro sentimento.
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E então, o que me diz?