Até então, era um dia normal, como qualquer outra segunda-feira normal, monótona e chata.
Deu duas da tarde, saí do trabalho mas mudei meu caminho, já que tinha que ir à Galeria do Rock comprar meu ingresso pra ver Rancore na Tribe House, em Outubro.
Fiquei mais de meia hora perecendo no ponto esperando por um ônibus, ele chegou e estava vazio.
A seguinte sucessão de fatos, até então era esperada: procurar a loja, comprar o ingresso, procurar por uma camiseta (até porque é muita cagada ir à galeria e não comprar uma camiseta), comprá-la e ir embora. Matutei e resolvi comprar uns bottons, e então vi uma vitrine muito legal, cheia de coisas legais e tudo mais. A loja em questão estava vazia, exceto pelo vendedor e um cliente. E foi esse um cliente que me tirou do sério. Era um cara tatuado, e quando prestei bem atenção percebi que conhecia aquele braço. E aquela touca, e aquele óculos. Era o Lucas, o mano que pega no microfone da Fresno, meu ídolo-mor do século XXI, estava ali, na minha frente. Parei por três segundos olhando aquele cliente e fui embora. Meu celular estava no bolso pronto para a foto, eu tinha um estojo cheio de canetas e papéis pra autógrafos. Não fiz nada. Virei as costas e fui embora. Cheguei na rua e me deu uma crise incansável de riso, seguido por choro (choro de risada) e uma sensação totalmente estranha.
Eu vi, hoje, o cara que inspira a maioria dessas coisas aqui escritas, e não fiz absolutamente NADA! Sei que nunca vou ter uma chance dessas, e por isso me vejo como uma plena idiota. Sou trouxa, mas sou feliz.
obs: e depois de toda essa cagada do destino, chuto metade da prova de português e tiro DEZ!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
E então, o que me diz?