Praticamente abandonei isso daqui por dois anos, e eis que volto cheia de idéias na cabeça e com vontade de dominar o mundo.
Eu sei que às vezes tenho uma grande mania de grandeza (hmm, pleonasmo??), mas é que os últimos tempos vêm sendo muito diferentes.
Eu na verdade queria contar uma coisa: estou achando que preciso de um psicólogo de novo.
Há muito tempo, quando eu estava louca e angustiada com o mundo e comigo, decidi que precisava dividir isso com alguém que não me julgasse. E foi o que fiz.
Num belo dia eu acordei e fui pro psicólogo. Cheguei lá e ele era o cara mais alheio do mundo, mas mesmo assim em uma hora contei minha breve história e derramei um rio de lágrimas. Saí de lá crente que nunca mais voltaria, e na verdade eu acho que só precisava chorar. Foi apenas uma sessão, suficiente para provar que não era aquilo que resolveria meus problemas.
Pois então, eu percebi que estou voltando a ser a mesma pessoa dessa época, não com os mesmos problemas, mas com as mesmas angústias.
Eu nunca fui muito de pensar nas coisas e talvez isso me faça impulsiva demais, e eu acho super legal estar escrevendo isso porque prova que eu reconheço essa minha insensatez. O fato de saber que se tem um problema já é um grande passo.
Eu não, não queria mesmo ter que admitir, mas nesse instante, logo após ter cometido um dos maiores erros da minha breve vida até então, ou talvez tendo feito a coisa mais sensata no meu mar de insensatez, eu reconheço que mais uma vez perdi.
Perdi o controle de mim mesma, perdi a noção e percebi como é ruim não ter pra onde fugir. Eu prefiro ficar com a segunda opção e achar que o meu recente feito foi uma grande descoberta, pois sei até onde vai a minha louca loucura.
Eu só sei que as coisas não fazem sentido, este texto não faz nenhum sentido. Eu não faço sentido.
Ontem me peguei ouvindo umas músicas com teor bem intenso, daquelas que pegam profundamente na alma e trazem aquela fúnebre nostalgia. Eu já previa.
Mas, apesar de todos, eu me sinto extremamente bem. Me sinto bem porque tenho motivos de sobra pra gostar dessa vida e não ficar por aí lamentando como eu fazia antigamente.
Eu já disse que a roda está girando, e ela nunca pára, assim como eu nunca vou parar de usar o acento diferencial nas palavras.
Eu sei que às vezes tenho uma grande mania de grandeza (hmm, pleonasmo??), mas é que os últimos tempos vêm sendo muito diferentes.
Eu na verdade queria contar uma coisa: estou achando que preciso de um psicólogo de novo.
Há muito tempo, quando eu estava louca e angustiada com o mundo e comigo, decidi que precisava dividir isso com alguém que não me julgasse. E foi o que fiz.
Num belo dia eu acordei e fui pro psicólogo. Cheguei lá e ele era o cara mais alheio do mundo, mas mesmo assim em uma hora contei minha breve história e derramei um rio de lágrimas. Saí de lá crente que nunca mais voltaria, e na verdade eu acho que só precisava chorar. Foi apenas uma sessão, suficiente para provar que não era aquilo que resolveria meus problemas.
Pois então, eu percebi que estou voltando a ser a mesma pessoa dessa época, não com os mesmos problemas, mas com as mesmas angústias.
Eu nunca fui muito de pensar nas coisas e talvez isso me faça impulsiva demais, e eu acho super legal estar escrevendo isso porque prova que eu reconheço essa minha insensatez. O fato de saber que se tem um problema já é um grande passo.
Eu não, não queria mesmo ter que admitir, mas nesse instante, logo após ter cometido um dos maiores erros da minha breve vida até então, ou talvez tendo feito a coisa mais sensata no meu mar de insensatez, eu reconheço que mais uma vez perdi.
Perdi o controle de mim mesma, perdi a noção e percebi como é ruim não ter pra onde fugir. Eu prefiro ficar com a segunda opção e achar que o meu recente feito foi uma grande descoberta, pois sei até onde vai a minha louca loucura.
Eu só sei que as coisas não fazem sentido, este texto não faz nenhum sentido. Eu não faço sentido.
Ontem me peguei ouvindo umas músicas com teor bem intenso, daquelas que pegam profundamente na alma e trazem aquela fúnebre nostalgia. Eu já previa.
Mas, apesar de todos, eu me sinto extremamente bem. Me sinto bem porque tenho motivos de sobra pra gostar dessa vida e não ficar por aí lamentando como eu fazia antigamente.
Eu já disse que a roda está girando, e ela nunca pára, assim como eu nunca vou parar de usar o acento diferencial nas palavras.
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E então, o que me diz?